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Críticas dos nossos leitores

Críticas dos nossos críticos

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    Luís Miguel Oliveira
    Notre Dame de Paris

    Declaração de paz

    Foi pelo drama, não desprovido duma dureza autobiográfica, que no princípio da década muito se louvou (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    A Cidade onde Envelheço

    Duas portuguesas e um continente

    Já tem quatro anos — por cá, foi exibido no DocLisboa de 20 (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Quatro Contos de Gabriel Abrantes

    Gabriel Abrantes: a comédia, antes de Diamantino

    Começa a tornar-se um pouco maçador esta coisa de tudo agora ter a ver com o vírus, mas temos aqui para nós (e até podemos estar enganados) que a estreia deste no (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Bill e Ted Salvam o Universo

    Regressar ao passado através do futuro

    Trinta anos depois, retoma-se o franchise de Bill & Ted, depois dos filmes de 1989 e 1991. Fenómeno popularíssimo nos EUA, talvez não replicado da mesma m (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Pendular

    Um casal em performance

    Tudo, até a intimidade de um casal, é performance em Pendular, da realizadora brasileira Júlia Murat, já com data de 2017, que agora chega à dis (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Listen

    Listen: língua franca

    Foi João Salaviza quem disse, há alguns anos, que era muito complicado um cineasta português “aparecer” do nada logo ao início com um prémio grande &md (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    O Capital no Século XXI

    O capitalismo contado às criancinhas

    Que ninguém diga que Thomas Piketty não no (leia no Ípsilon)

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    Jorge Mourinha
    Da Eternidade

    Singularidades de um realizador sueco

    “A vida é feita de pequenos nadas”, como diz a canção de Sérgio Godinho, e Roy Andersson fez o seu nome com um cinema meticuloso, cheio de burlesco desespera (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    Um Animal Amarelo

    A culpa do cineasta branco brasileiro

    Muito do cinema brasileiro contemporâneo — julgando, pelo menos, a partir do que por cá se vai vendo — interroga a identidade e as origens do país, e a cultura, mais (leia no Ípsilon)

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    Luís Miguel Oliveira
    O Sal das Lágrimas

    As sombras e as mulheres

    O Sal das Lágrimas, continuando o carácter quase “serialista” que a obra de Garrel tomou nos últimos anos, instala-nos cedo em território reconhec&i (leia no Ípsilon)